Formação e Atualização para o trabalho na Indústria

Em todo o mundo, a necessidade de treinar pessoal, capacitar e atualizar os conhecimentos é uma constante e um desafio para as indústrias A indústria está em plena transformação. A chamada indústria 4.0 já é uma realidade em tecnologias, ferramentas, processos e até mesmo na gestão. A transformação de uma empresa e de todo o mercado exige também a transformação dos profissionais, com maior qualificação e com novas competências para o trabalho industrial. Em meio a isso, vemos alguns desafios latentes relacionados justamente com a formação de novos trabalhadores e também na capacitação, atualização e retenção dos talentos na indústria. Neste conteúdo trouxemos alguns cenários interessantes de práticas já implementadas e novos processos que contornam as demandas relacionadas ao trabalho nas indústrias. Confira a seguir! Capacitação tecnológica em Moçambique O Instituto de Formação Tecnológica de Moçambique (IFTM) oferece cursos de Mecânica e Elétrica Industrial com o objetivo de prover formação tecnológica de qualidade, contribuindo com a inserção de jovens moçambicanos no mercado de trabalho. Inaugurado em 2021, o IFTM foi fundado pela empresa brasileira Icro Group, que atua há 67 anos na gestão de ativos físicos industriais e implantação de programas de manutenção preditiva. Por meio do instituto, a empresa visa contribuir com a elevação do índice educacional de Moçambique, fortalecendo a geração de emprego e renda. “Quando nós chegamos aqui em Moçambique em 2012, há quase 10 anos, sentimos um déficit muito grande de capacitação técnica dos profissionais. O nosso portfólio exige uma capacitação mais elevada que o normal, pois são técnicas avançadas na parte de Engenharia de Manutenção. Diante dessa percepção, resolvemos criar a escola, e hoje temos a oportunidade de sermos formadores de pessoas qualificadas para o setor industrial”, conta Carlos Fávaro, presidente do grupo. O Instituto de Formação Tecnológica de Moçambique é certificado pela Autoridade Nacional de Educação Profissional (ANEP), órgão regulador que garante a qualidade de Ensino Profissional em Moçambique. Além de bolsas para participar dos cursos, a empresa oferece oportunidades de estágio no próprio Icro Group. Mais informações sobre os cursos podem ser obtidas por meio do site www.iftm.co.mz Força de trabalho conectada Para além do momento de formação profissional, a nível técnico ou superior, o trabalho na indústria exige constante evolução e atualização para acompanhar novas tecnologias, ferramentas e demandas do mercado. Neste ponto, temos mais um exemplo interessante de trabalho focado na capacitação e integração dos profissionais de chão de fábrica. As indústrias manufatureiras estão adaptando seus processos de contratação e compartilhamento de conhecimento à nova realidade. “A mão de obra emergente precisará lidar com dispositivos da Internet das Coisas Industrial (IIoT, na sigla em inglês), usar ferramentas analíticas para fundamentar suas decisões e supervisionar operações tecnologicamente avançadas – tudo isso enquanto mantém tudo funcionando e treina a próxima geração”, contextualiza Joe Mulrooney, Manufacturing Industries Director na ServiceNow. Os executivos, portanto, devem se empenhar no desenvolvimento de uma força de trabalho conectada que utilize ferramentas digitais para simplificar processos e digitalizar conhecimentos, o que não significa afirmar que os trabalhadores serão substituídos pela tecnologia. Pelo contrário, “os trabalhadores fabris são uma parte essencial dessa jornada. Afinal, melhores sistemas de planejamento de recursos empresariais (ERP), sistemas de execução de manufatura (MES), sistemas de gestão de manutenção computadorizada (CMMS), robôs, esteiras e maquinário ainda precisam de pessoas para funcionar”, explica Mulrooney. Benefícios da ‘força de trabalho conectada’ Segundo a ServiceNow, destacam-se os seguintes benefícios de trabalhar com uma equipe atualizada e conectada através das ferramentas mais adequadas: 1. Redução de erros humanos Nos próximos anos, as indústrias irão precisar integrar novos trabalhadores e requalificá-los por meio de treinamentos no próprio trabalho. Empregados experientes conseguem mudar rapidamente para uma linha de produção diferente ou colaborar com a equipe, mas os novos contratados precisam de uma ajuda extra. Enquanto estão se inteirando, esses novos funcionários têm o potencial de cometer erros. De acordo com o Departamento de Energia dos EUA, de 80% a 90% das paralisações são causadas por erro humano. Para reduzir os erros humanos, as indústrias contam com procedimentos operacionais padronizados (SOPs) registrados em papel ou comunicados oralmente por funcionários. Porém, com a atual escassez de mão de obra e com a rápida evolução das tecnologias industriais, as organizações não podem depender do papel e do conhecimento institucional. SOPs obsoletos podem até mesmo provocar condições perigosas de trabalho. Uma força de trabalho conectada que utilizar SOPs registrados digitalmente poderá achar com mais facilidade, coletar e transmitir informações. Fluxos de trabalho digitais podem guiar perfeitamente os empregados na execução precisa de tarefas e procedimentos, sendo facilmente acessados a partir de um laptop ou dispositivo móvel. O registro e a transferência digitais de conhecimento previnem erros humanos, proporcionam treinamentos intuitivos para novos funcionários e permitem que os empregados acompanhem as mudanças nos processos. 2. Eficiência turbinada A criação de uma força de trabalho conectada quebra gargalos e contribui para uma melhor experiência de pessoal. Os funcionários necessitam se comunicar digitalmente e acessar informações em uma única plataforma – independentemente de estarem no escritório, no chão de fábrica ou fora da planta. As indústrias devem considerar sistemas que permitam a conexão e a colaboração entre as áreas de ERP, MES, gestão de qualidade, atendimento ao cliente e gestão de relacionamento com o cliente (CRM). A colaboração facilitada e o contexto mais claro podem ajudar os empregados a tomar decisões melhores e mais rápidas, gerando eficiência em toda a equipe de produção. 3. Padronização e conformidade de segurança As indústrias estão sobrecarregadas pelo volume considerável de exigências regulatórias, desde o preenchimento de formulários até o envio de e-mails para que os documentos sejam assinados. Realizar tais tarefas online pode reduzir esse fardo. Quando tarefas rotineiras simples, como inspeções de 5S e de segurança, são digitalizadas, o sistema certifica-se de que nada esteja faltando. Registros auditáveis, com marcação de data e horário, são armazenados na nuvem. Notificações e alertas são enviados para as equipes certas, com os devidos escalonamentos caso as respostas não ocorram no tempo certo. EQUIPE TRM Fonte: A Voz da Indústria
O 5G e as Mudanças nas fábricas

A rede 5G para a indústria estão chegando. Saiba o que muda para as operações do setor e como empresas devem fazer para estarem preparadas. A conexão 5G para a indústria está chegando e essa conexão ultrarrápida permitirá a troca de informações de uma forma muito rápida dentro do ambiente 4.0. Devido às velocidades mais altas e à baixa latência, o 5G industrial se torna essencial e fator-chave para a quarta revolução da indústria, podendo fazer toda a diferença no uso potencial de ferramentas, como sistemas de IIoT (Internet Industrial das Coisas), robótica, armazenamento em nuvem e realidade virtual. Por meio dessas inovações, o 5G para a indústria promete revolucionar o setor em todos seus campos. Mas quais são as mudanças nas operações das fábricas? Para saber mais, conversamos com José Borges Frias Júnior, Diretor de Inovação Corporativa da Siemens. Ele explica quais são os impactos do 5G para a indústria indica os pontos que o setor precisa priorizar para se preparar para a chegada do 5G industrial. A Internet 5G está chegando. Quais os impactos para indústrias? As redes 5G estão chegando e prometem mudar de maneira definitiva a rotina, inclusive no meio industrial. O 5G permitirá às pessoas se manterem conectadas, e, também, que máquinas “conversem entre si”, popularizando inovações tecnológicas. Assim, uma das principais diferenças entre o 5G para a indústria e as gerações anteriores de redes celulares está relacionado ao fato de que o foco do 5G está na comunicação máquina-máquina e na Internet Industrial das Coisas (IIoT). “Em particular, o 5G suporta comunicação com confiabilidade sem precedentes e latências muito baixas”, indica Frias Junior. Portanto, segundo o diretor de Inovação Corporativa da Siemens, essa tecnologia abre caminho para uma era da produção industrial que já começou, conhecida como “Indústria 4.0”. “O uso do 5G para a indústria visa melhorar significativamente a flexibilidade, versatilidade, usabilidade e eficiência das futuras fábricas inteligentes. A Indústria 4.0 integra a Internet das Coisas e os serviços relacionados na fabricação industrial e oferece integração vertical e horizontal contínua em toda a cadeia de valor e em todas as camadas da pirâmide de automação”, indica. Diante disso, a conectividade é um componente essencial da Indústria 4.0, apoiando os desenvolvimentos em andamento, fornecendo conectividade poderosa e difundida entre máquinas, pessoas e objetos. Principais benefícios do 5G para a indústria As novas tecnologias de rede sempre foram um importante impulsionador da inovação. O mesmo se aplica ao 5G para a indústria que tem um potencial disruptivo para a infraestrutura e indústria. “No ramo industrial, a Transformação Digital poderá ser alavancada com a disponibilidade de uma conectividade tão poderosa como a que as redes 5G irão oferecer”, salienta José Borges Frias Júnior. O especialista explica que as redes 5G funcionam como um habilitador da automação, robotização móvel, veículos autônomos, realidade aumentada, computação a bordo, aprendizado de máquina, gêmeo digital e outras aplicações. Complementando, embora algumas aplicações possam ser tecnicamente realizadas nas redes públicas 5G, existe um consenso cada vez maior de que as redes privativas 5G é que serão o grande alavancador destas aplicações. “Usando faixas de frequência privadas disponíveis localmente, as empresas podem configurar suas próprias redes 5G privativas para permitir a conectividade em áreas definidas – o que pode aumentar consideravelmente a flexibilidade na produção e logística”, indica o diretor da Siemens. Além disso, graças à rápida transmissão de dados via 5G industrial, todos os componentes em produção podem responder às mudanças quase em tempo real. “Quando combinadas com tecnologias futuras, como computação de borda e em nuvem, as redes 5G para a indústria irão facilitar a análise flexível de grandes volumes de dados, o que as torna um driver para a transformação digital na indústria”, diz Frias Junior. A conexão 5G será uma necessidade. Cabe à indústria se preparar para sua chegada Ainda hoje, muitas máquinas utilizadas por indústrias brasileiras não são sequer preparadas para se conectar às redes convencionais. Por isso, antes de usar o 5G industrial, é preciso pensar com calma para saber qual é a melhor opção para quando essa rede 5G chegar. Dessa forma, José Borges Frias Júnior ressalta que a indústria, de um modo geral, deve iniciar as discussões e avaliações em grupos multidisciplinares para decidirem qual é a melhor configuração do 5G, privativo ou não, que irá suportar as suas necessidades de conexão no seu plano de transformação digital. “Em breve, conexão não será um fator limitante e quem sair na frente poderá obter vantagens competitivas no mercado”, diz. EQUIPE TRM Fonte: A Voz da Indústria
Já não passou da hora de integrar inovação e sustentabilidade?

Artigo mostra que é fundamental estabelecer políticas que orientem e consolidem uma cultura organizacional mais inovadora e sustentável Inovação e sustentabilidade em organizações surgem no mesmo contexto, têm dinâmicas parecidas e buscam resultados semelhantes. Ambas ganham importância quando a lógica do negócio atual precisa ser repensada ou há grandes oportunidades que demandam novas soluções. As duas lidam com soluções quase sempre inéditas para a empresa e, potencialmente, também para o mercado. Tanto a inovação quanto a sustentabilidade procuram criar vantagens competitivas para o negócio. Mas por que muitas firmas as tratam de forma independente, sobretudo neste momento, em que as inovações precisam ser mais sustentáveis e as iniciativas de sustentabilidade, mais inovadoras? Mais do que buscar justificativas na histórica falta de inteligência organizacional ou no egocentrismo irracional dos seus gestores, já não passou da hora de alavancar as sinergias entre as iniciativas de inovação e sustentabilidade? Isso deveria começar pela definição do propósito da companhia, de sua evolução e do papel da inovação e da sustentabilidade como pontes para esse futuro. Adicionalmente, é preciso definir o que são esses termos, seus objetivos, indicadores e, depois, as metas de cada membro do time. Além disso, é preciso estabelecer os principais processos de inovação e de sustentabilidade. Três horizontes de inovação, Funil de Inovação, Lean Startup, Design Thinking, Inovação Aberta, Scrum e outras abordagens podem apresentar bons resultados em projetos de sustentabilidade, dada a dinâmica inicialmente incerta de ambas. Também é preciso considerar a formação de colaboradores mais inovadores e mais comprometidos com a sustentabilidade. Além dos treinamentos e de outras vivências educacionais, é preciso desenvolver pessoas que estejam abertas e saibam prototipar soluções mais inovadoras e sustentáveis, que aprendam rápido e que sejam mais ágeis no desenvolvimento dessas iniciativas. Por fim, é fundamental estabelecer políticas que orientem e consolidem uma cultura organizacional mais inovadora e sustentável. Isso implica repensar processos de seleção, avaliação de desempenho, relacionamento com clientes, fornecedores, parceiros e até com concorrentes. Essas políticas é que sustentarão o propósito de inovar e ser mais sustentável. Como cresce o número de empresas que assumem compromissos cada vez mais audaciosos associados a aspectos ambientais, impactos sociais e padrões de governança (ESG), iniciativas sustentáveis serão cada vez mais inovadoras. Daí porque inovação em sustentabilidade que atrasar não adiantará. *Marcelo Nakagawa é professor de empreendedorismo, inovação e sustentabilidade do Insper, FDC, FIA, Unicamp e Vanzolini. EQUIPE TRM Fonte: CNI Portal da Indústria
Como Reduzir custos industriais

Um dos principais desafios do gerenciamento de empresas é saber como reduzir custos na indústria sem comprometer a qualidade dos produtos e o atendimento aos clientes. Essa questão vem sendo abordada desde o princípio da Revolução Industrial e tem forte influência na forma como os negócios são conduzidos atualmente. Atender à crescente demanda e manter os custos em patamares baixos são algumas das metas dos gestores que desejam ampliar o retorno sobre os seus investimentos. Desse modo, é importante adotar medidas estratégicas para continuar atendendo ao mercado consumidor com qualidade. Cortar gastos é uma decisão que exige uma análise profunda para que as escolhas não sejam definidas com base em informações insuficientes ou imprecisas. Empresas industriais de qualquer segmento e porte podem aprimorar seus processos para tornar a operação mais econômica e, com isso, obter um significativo aumento da lucratividade. Neste artigo vamos apresentar detalhes sobre 13 dicas para a redução de custos e de acidentes de trabalho, melhorar o controle de estoque e muito mais! Continue a sua leitura! 1. Realize o mapeamento da estrutura de custos Para identificar as oportunidades de redução de custos, é preciso saber para onde os recursos financeiros da companhia estão indo. Essa é uma forma de dar visibilidade ao volume de gastos e fornecer ao gestor a capacidade de avaliar os resultados financeiros. Em geral, essas informações estão disponíveis em um sistema de gestão integrada, como o SAP, que registra todas as transações realizadas, desde a compra de matérias-primas até a venda de produtos acabados. Os relatórios obtidos são importantes no momento de formular o orçamento anual e para o estabelecimento de metas relacionadas aos gastos de cada área. Os custos fixos não estão relacionados à estrutura para manter a empresa e são rateados entre os produtos na composição do preço de venda. Já os custos diretos estão vinculados à produção de cada tipo de produto presente no catálogo. Os insumos e recursos podem variar, de modo que o seu cálculo está atrelado de forma individual. É importante destacar que os impostos relacionados à aquisição de suprimentos também integram esse tipo de custo. A respeito dos custos indiretos, saiba que a identificação e o cálculo desse tipo de custeio apresentam maior complexidade, pois não é possível atrelá-los a um produto específico. As embalagens são um exemplo dessa categoria, mas que deve ser apurado de forma precisa. 2. Busque o aumento da produtividade Um dos princípios da administração estabelece que os custos fixos da produção são diluídos de acordo com o volume produzido. Isso quer dizer que o investimento em métodos para aumentar a produção representam uma oportunidade de minimizar os gastos. Alguns exemplos de ferramentas eficazes são: Tecnologia de robótica; Sistemas de gestão integrada; Treinamento dos colaboradores; Maquinário moderno e com maior eficiência energética; Organização do espaço físico para reduzir o tempo de deslocamento. Faça uso dessas alternativas para elevar a lucratividade e manter as equipes motivadas. As tecnologias impactam positivamente os resultados, não importa qual seja o seu ramo de atuação. Mas acredite, para que a produção aumente, vários fatores devem ser observados em uma fábrica. 3. Evite paradas no processo produtivo É natural que maquinários, equipamentos e ferramentas sofram desgaste no decorrer da sua vida útil. Contudo, o gestor deve estar atento para evitar que as máquinas quebrem e causem a interrupção da fabricação. A variabilidade da produção também é um fator a ser evitado, pois a lentidão do processo resulta em queda da eficiência operacional. A solução que pode ser adotada é monitorar o funcionamento das máquinas, especialmente os motores elétricos, que são responsáveis por impulsionar o seu funcionamento e dependem do consumo de energia elétrica. De forma periódica, é preciso realizar inspeções e programar manutenções, caso haja necessidade de substituição de peças. Essa atitude proativa contribui para evitar problemas de maiores proporções. 4. Invista em alternativas de iluminação Muitas empresas do ramo industrial mantêm a sua operação funcionando 24 horas por dia, em um regime de turnos. É importante focar o consumo e as tarifas de energia, pois esse é um insumo essencial para a execução de qualquer atividade. Por isso, convém ao gestor analisar os seus gastos e buscar a economia na linha de produção. Existem diversas alternativas que funcionam para aumentar a eficiência energética de forma significativa. Entre elas, está a utilização de luminárias LED, que foram criadas com o intuito de iluminar grandes espaços, como é o caso dos galpões industriais. Estima-se que a economia direta possa ultrapassar 70% do consumo e gerar retorno dos investimentos dentro de um curto período de tempo, principalmente se for utilizado refletor de LED em conjunto. Contudo, para que a instalação seja realizada de forma segura e respeitando a infraestrutura do local, é preciso contar com parcerias com empresas especializadas, que desenvolvam um projeto completo e ofereçam suporte. Os profissionais especializados realizam um cálculo luminotécnico e fazem um planejamento personalizado e ideal para cada caso. 5. Busque a automatização de processos Já mencionamos como a aplicação de robôs pode aumentar a produtividade na linha de produção. No entanto, a automação industrial pode assumir diversas formas e atuar em departamentos distintos. Nos armazéns, por exemplo, é possível implementar esteiras para mover os materiais de forma ágil, o que permite tornar o manuseio mais seguro. Até a área administrativa pode ter processos aprimorados com a utilização de robôs que funcionam em conjunto com os sistemas de gestão. Desse modo, pode-se automatizar tarefas repetitivas, evitando-se a incidência de erro humano. Consequentemente, os colaboradores ficam livres para a realização de outras atividades mais relevantes. 6. Incentive a capacitação da equipe O aperfeiçoamento constante dos profissionais é uma das palavras-chave para reduzir os custos na indústria. Tanto a equipe operacional quanto a administrativa podem ser beneficiadas com a implementação de cursos e treinamentos internos. Desse modo, os materiais são formulados de acordo com as necessidades da companhia e para atingir os seguintes objetivos: Manter o foco nas demandas dos clientes; Possibilitar o aumento da eficiência; Ampliar as oportunidades de inovação; Evidenciar a capacidade
Segurança industrial: Como prevenir acidentes?

A segurança industrial é um conjunto de ações e medidas para evitar acidentes no ambiente de trabalho. Logo, seu objetivo é garantir mais saúde e bem-estar para o trabalhador durante o desenvolvimento das operações industriais. Mas, e você? Ainda não conhece medidas básicas para assegurar uma maior segurança para sua equipe? Quer evitar prejuízos e acidentes e gerenciar melhor o ambiente de trabalho? Então acompanhe todas as nossas dicas! Por que a segurança industrial é tão importante? Medidas de segurança industrial são importantes por uma série de motivos, porém os principais, são: Instauram um ambiente de trabalho de qualidade; Mantém o corpo de funcionários capacitados; Reduzem possíveis custos de indenizações. Quando um acidente de trabalho ocorre, a empresa não é apenas responsável pelo pagamento de indenização, determinado por lei. A jurisprudência também responsabiliza legalmente a companhia pelo não fornecimento de condições saudáveis de trabalho. Portanto, a empresa pode ser facilmente penalizada judicialmente pelo caso, além de ficar com um processo em seu nome. E se o caso for mais grave, como em situações de morte, a companhia arcará com a indenização de todos os herdeiros. Realmente, as consequências são devastadoras para todos. A empresa ficará amplamente abalada e a família do trabalhador sofrerá os efeitos do acidente. É por isso que devemos evitar esses casos, praticando e nos atentando para a segurança no trabalho! Quais acidentes ocorrem nas indústrias? Os acidentes que mais ocorrem em contexto de trabalho, isto é, na empresa ou no trajeto ao local, foram listados pelo Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho. Segundo os dados divulgados, as ocorrências mais comuns são: cortes, fraturas, contusões e amputações. Geralmente, elas ocorrem por: Falta de instrução do trabalhador; Ambiente de trabalho insalubre; Equipamentos de proteção insuficientes; Manutenção ineficiente do maquinário. Como podemos verificar, muitas dessas situações decorrem de más condições proporcionadas pela empresa. Como já vimos, judicialmente, esse entendimento acaba em enormes prejuízos à companhia e uma forma de evitar esses acidentes é com a utilização de EPI (Equipamentos de Proteção Individual) e EPC (Equipamentos de Proteção Coletiva). O EPI é utilizado apenas quando as medidas de EPC não eliminam os riscos do ambiente de trabalho. Agora que você já sabe que o EPI e EPC são fundamentais para garantir maior segurança dos trabalhadores no local de trabalho, veja abaixo 4 dicas para maximizar o nível de segurança em sua indústria. 4 Dicas para garantir uma segurança industrial Investir em segurança industrial é realmente uma prioridade. Mas, como aplicar boas práticas em sua empresa? Não se preocupe, nós vamos te ensinar isso agora! 1. Invista em equipamentos de proteção Como já vimos e não custa repetir, devido à sua importância, a Norma de Segurança do Trabalho mais conhecida, chamada de NR6, determina que a empresa é responsável por oferecer equipamentos de proteção individual e coletivo para todos os funcionários. Vale pontuar que esses equipamentos não podem gerar custos individuais para o trabalhador. Portanto, a despesa deve ficar por conta da companhia. Alguns exemplos de equipamentos importantes para a segurança do trabalho nas indústrias são: Luvas; Capacetes; Botas; Óculos de proteção; Insufladores de ar; Trava-quedas (em casos de trabalho em alturas). Lembre-se! É dever do trabalhador cuidar do seu equipamento e informar ao setor responsável sobre qualquer falha que possa ocorrer nos itens de proteção. 2. Cuidado com o ambiente de trabalho É importante que o ambiente de trabalho seja adequado em relação às atividades que são desenvolvidas pelos funcionários. Casos de acidentes como incêndios e inundações são mais comuns do que você imagina. Um espaço completamente fechado deve ser construído de materiais não inflamáveis, além de conter uma boa passagem de ar. Além disso, quando o trabalho envolve grandes alturas, o maquinário adequado precisa ser testado. 3. Aposte em um bom treinamento Nada melhor para evitar acidentes do que um treinamento adequado à atividade dos colaboradores, especialmente se eles são iniciantes na área. Logo, orientar o trabalhador tem um incrível poder de conscientização. Além disso, é indispensável ter um treinamento especializado em situações emergenciais. Entretanto, treinos relacionados às atividades diárias devem ser repetidos regularmente. O reforço é a garantia dos cuidados por parte do trabalhador. 4. Tenha uma excelente fiscalização É verdade que você deve orientar e repassar as medidas de segurança aos funcionários. Entretanto, isso não significa que os responsáveis estão livres de possíveis fiscalizações. Muitos trabalhadores não cumprem as normas que são instauradas, seja por vontade própria ou por desatenção. E é por isso que a utilização de equipamentos e as orientações precisam de uma constante atenção. Portanto, nossa dica é utilizar indicadores para avaliar a qualidade dos treinamentos e apostar em atualizações. Fique de olho no número de acidentes por setor e veja se o número esta diminuindo ou não. Assim, você conseguirá analisar se todas as medidas que foram implementadas surtiram efeitos. Garanta uma segurança industrial em sua operação! Com essas dicas tenho certeza que você conseguirá garantir uma maior segurança de trabalho em sua indústria. E agora que você já sabe que nada é melhor do que treinamento, equipamentos e fiscalizações periódicas para garantir a segurança industrial. Não deixe de selecionar e capacitar os seus bons funcionários para que eles evitem maiores problemas! EQUIPE TRM Fonte: Acoplast Brasil
A importância do chão de fábrica otimizado

A transformação digital tem sido cada vez mais comum dentro das indústrias, principalmente pelo avanço da tecnologia e a necessidade cada vez maior de otimização do chão de fábrica. Esse processo tem ocasionado uma mudança estrutural no setor, na qual softwares e sistemas passaram a ser utilizados pelos gestores para aumentar a produtividade e reduzir os custos operacionais, influenciando assim no desempenho e nos resultados. No entanto, o principal motivo para essa mudança ocorrer está no aumento da competitividade do mercado, já que os clientes estão cada vez mais exigentes quanto aos detalhes. Por isso, as indústrias passaram a investir também em qualidade, sendo essa a melhor estratégia para produtividade, lucratividade e o seu respectivo crescimento. E para isso ocorrer, as mudanças no chão de fábrica têm sido mais frequentes, sendo a transformação digital uma delas e, talvez, uma das principais. Esse local da indústria recebe maior atenção por ser conhecido como o seu coração, já que é justamente nele que ficam os funcionários e máquinas que desenvolvem os produtos, ou seja, onde ocorre toda a produção industrial. Portanto, é de extrema importância que os gestores unam cada vez mais esforços para garantir um aumento do rendimento de toda a indústria e invistam na tecnologia para assim acompanhar a demanda do mercado, que está cada vez maior. Problemas ocasionados em não otimizar o chão de fábrica Ao não otimizar o chão de fábrica da indústria, diversos problemas podem vir a ocorrer, além de deixar a sua indústria totalmente ultrapassada. Em tempos de instabilidade econômica, realizar essa melhora passou a ser algo ainda mais necessário, principalmente para conseguir atender todas as demandas e exigências dos clientes. Além disso, será quase impossível garantir a eficiência operacional, que tem a finalidade de relacionar o que foi produzido e o que foi utilizado para a produção, como dinheiro, tempo, esforço e etc. No caso desses números não atingirem um nível satisfatório, o lucro e a eficiência serão afetados, ocasionando assim em baixo rendimento de todos. Outro ponto que merece atenção é na questão da organização das tarefas e do ambiente. Um local totalmente desorganizado, sem um cronograma do que deve ser produzido e na ordem correta, pode resultar em falha nos processos e excesso de retrabalhos, gerando atrasos e insatisfações. Abaixo, listamos ainda outros problemas que podem vir a ocorrer no caso de não atualizar o chão de fábrica: Aumento dos desperdícios; Atraso nas entregas produtos; Perda de materiais; Não conseguir atender as demandas; Aumento do número de manutenções e paradas na linha de produção; Aumento dos custos; Não será possível fazer análise em tempo real dos processos. 3 maneiras de otimizar o chão de fábrica Como uma empresa focada em otimizar os processos que ocorrem na indústria, o time da aloee separou para você três estratégias para potencializar o seu chão de fábrica e, assim, alavancar os seus resultados. 1. Analisar do fluxo de trabalho Um dos primeiros passos para otimizar o chão de fábrica é analisar todo o fluxo de trabalho para assim poder apontar quais pontos necessitam de mudanças. Portanto, deve-se identificar tudo o que for necessário para fabricar um produto, incluindo empregados, processos e tecnologia, bem como os recursos disponíveis até o momento. É importante ressaltar que sempre deve ser levado em conta os princípios do lean manufacturing, filosofia que foi desenvolvida pela Toyota no período pós guerra e que tem como objetivo reduzir os desperdícios e eliminar tudo que não agrega valor ao resultado final. 2. Manutenção em dia e atualizações constantes Manter os equipamentos em perfeitas condições é fundamental para que não ocorra nenhuma parada desnecessária. Para isso, a manutenção preventiva deve estar em dia para que elas operem sempre com eficiência. No caso de ocorrer um erro ou a máquina apresentar um defeito, a manutenção deve ser feita de imediato para que não afete toda a linha de produção e ocorra ainda mais atrasos. É importante que os treinamentos dos funcionários estejam em dia para situações como essa. Outro ponto necessário é fazer uma avaliação para tomar a melhor decisão entre fazer a manutenção dos equipamentos e trocar por equipamentos mais modernos, já que novas tecnologias surgem todos os dias. Para esse caso, resultados a longo prazo devem estar em pauta. 3. Utilizar um sistema APS Por fim, a otimização do chão de fábrica demanda a utilização de sistemas e softwares, tanto de gestão, como de planejamento e sequenciamento de produção. O sistema APS, da sigla Advanced Planning and Scheduling (Planejamento Avançado da Produção) é um sistema responsável pelo planejamento e programação da produção. Entre os seus principais benefícios está a possibilidade de auxiliar os gestores em tomadas de decisões mais assertivas e um melhor uso de todos os recursos disponíveis. Com a implantação do sistema, será possível criar simulações e estudar diversos cenários, bem como fazer a integração de uma planilha de dados para um melhor sequenciamento. EQUIPE TRM Fonte: Alooe
Os 5 cuidados na hora de escolher seu fornecedor de rolamentos.

De modo geral, quando uma empresa vai comprar um rolamento industrial é como qualquer outro componente. O setor de compras recebe uma solicitação ou requisição com a especificação do rolamento, faz algumas cotações e escolhe o fornecedor. Para isso, qual o principal critério de decisão da compra? Se você pensou “o preço do rolamento”, saiba que pode estar cometendo um grande erro. Estudos mostram que mais de 30% dos rolamentos fornecidos mundialmente, são falsificados. E a principal razão para isso é o preço. Sobretudo porque os falsificadores sabem que ele é o principal fator de decisão de compra em muitas empresas. Nesse sentido, elas caem em golpes e, “sem querer”, ajudam a alimentar este mercado. Mas, você pode evitar que isso aconteça na sua empresa. Por essa razão, vamos lhe apresentar 5 dicas para comprar seu rolamento industrial. Vamos conferir? Principais fatores para empresas caírem no golpe de rolamentos baratos Antes de tudo, vamos partir de um ponto importante. Comprar rolamentos falsificados é o mesmo que financiar uma atividade criminosa. Além disso, você coloca sua empresa em risco. Mas isso, falaremos daqui a pouco. Primeiro, vamos observar 2 fatores para as empresas terem atenção na hora de comprar um rolamento. Fator 1 – Comprar somente pelo menor preço A necessidade de as empresas reduzir custos e aumentar a margem de lucro, faz os setores de compras escolherem o rolamento pelo menor preço. Em muitos casos isso chega a ser uma busca frenética e irracional. Sobretudo porque os gestores não se atentam às diferenças de valores em processos de concorrência. Ou seja, não consideram o escopo. Contudo, a redução de preços tem limites. Não existe fórmula mágica para um rolamento ter o preço tão abaixo do mercado. Como resultado, passar destes limites significará sérios problemas de qualidade do rolamento. Ou seja, a compra não será confiável. Fator 2 – Disponibilidade Outra situação que impulsiona este mercado é a redução da disponibilidade. Tanto nos estoques das empresas quanto no estoque dos fornecedores. Soma-se a isso o aumento contínuo dos prazos de fabricação que crescem a cada ano nas fábricas. Após apresentarmos os dois fatores, agora podemos mostrar as consequências que eles trazem. Em seguida, você verá os principais cuidados na hora de comprar um rolamento. O que acontece quando não se tem cuidado na hora de comprar um rolamento? A aquisição e montagem de rolamentos não originais trazem sérios problemas aos seus equipamentos. Sobretudo, porque a maioria dos problemas se relacionam com a qualidade. Por exemplo, quebras prematuras, paradas não programadas de máquinas e perda de confiabilidade da produção. Então, pode-se dizer que de fato o barato sai caro. Ou seja, toda a energia gasta em encontrar o rolamento com o menor preço, foi por água abaixo. No entanto, há um ponto mais grave ainda. E se este rolamento causar um acidente durante o processo de montagem ou em operação? Imagine as consequências para sua empresa? Portanto, a falta de cuidado na hora de comprar um rolamento pode trazer enormes prejuízos. Além disso, pode colocar em risco a operação da sua empresa. O que fazer para evitar estes prejuízos e não ser enganado? Veja 5 cuidados na hora de comprar um rolamento Para ajudar sua empresa não cair nessa fria, reunimos algumas ações preventivas para se proteger na hora da compra. Confira agora quais! Conhecer bem seus fornecedores e pedir cartas de distribuição autorizada; Acessar as ferramentas dos fabricantes que validem a originalidade dos produtos; Melhorar o planejamento da manutenção com a utilização de programas de inspeções preditivas; Atualizar cadastros e otimizar estoques com informações dos equipamentos, frequência de utilização, histórico de consumos, lead time de fornecedores; Fechar parcerias com empresas que possam fazer um estudo de otimização do seu estoque cruzando com informações de disponibilidade em suas lojas. Deve-se incluir nestes estudos, a disponibilidade de itens estratégicos. Isso é uma alternativa estratégica para se adaptar ao mercado atual. Vai comprar um rolamento industrial? A TRM trabalha com rolamentos sob demanda e medida. Conheça nosso time de engenheiros e nossos projetos antes de fazer um orçamento para compra de rolamentos. EQUIPE TRM Fonte: ABECON
A importância da sustentabilidade na Indústria

A sustentabilidade industrial deixou de ser apenas uma tendência para se tornar uma preocupação latente do mercado. Quando adequadamente aplicado, porém, o conceito extrapola os limites organizacionais e beneficia outras esferas — meio ambiente e sociedade são, sem dúvidas, os maiores beneficiários da consciência sustentável. Para reunir mais informações sobre o assunto, prossiga com a leitura. O texto traz questões relevantes sobre a importância da sustentabilidade na indústria e oferece insights valiosos para implantar as diretrizes nas empresas. Qual é a importância da sustentabilidade industrial? O conceito de sustentabilidade nasceu em 1987, cunhado por Brundtland, pontuando que o “desenvolvimento sustentável é aquele que atende as necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem às suas necessidades”. Desde então, o termo conquistou cada vez mais espaço e relevância — inclusive no âmbito empresarial. Em 1999, Elkington definiu o Triple Bottom-Line, sinalizando que as empresas devem criar valor econômico, social e ambiental no longo prazo. Há mais de três décadas, portanto, a sustentabilidade está em evidência. Na indústria, a expressão sugere uma série de medidas que valorizem o ambiente e a sociedade, preservando atividades lucrativas. Vale dizer, ainda, que o mercado contemporâneo — marcado pela alta volatilidade e intensa concorrência — requer que as organizações demonstrem genuína preocupação com seu impacto e busquem alternativas para maximizar seus retornos à população, mais do que apenas aos acionistas. A preocupação com a sustentabilidade é, sem dúvidas, uma vantagem competitiva. Como tornar a empresa mais sustentável? Uma vez esclarecida a importância de voltar os olhos à sustentabilidade na indústria, é pertinente ressaltar algumas das estratégias capazes de galgar a empresa em práticas mais conscientes e produtivas. Gerencie os resíduos A gestão de resíduos é um aspecto bastante crítico para as indústrias modernas. Para integrar-se às posições sustentáveis, é imprescindível que a indústria saiba exatamente quais são seus descartes e, assim, encaminhe cada um deles ao correto método de coleta. A reciclagem de materiais, por sua vez, é um aspecto bastante interessante e que deve ser constantemente maximizado. As sucatas são um ótimo exemplo e configuram uma excelente oportunidade de fazer o que é certo e, ao mesmo tempo, beneficiar os caixas do negócio. Busque fornecedores sustentáveis Não basta, porém, que somente a empresa esteja comprometida com a construção de um mercado mais sustentável — e, justamente por isso, mais consciente dos limites ambientais e sociais. É importante que a indústria busque por fornecedores que compartilhem de seus valores sustentáveis. Dessa forma, convém mencionar que a busca por fornecedores idôneos, que respeitem e compartilhem dos mesmos princípios, é essencial para nutrir relações mutuamente benéficas, colaborando para construir um mercado mais justo. Envolva a equipe Para além das empresas, enquanto pessoas jurídicas, é necessário que as pessoas também se envolvam sinceramente com a causa sustentável. A equipe, em suas atividades diárias, é a protagonista de uma operação mais consciente. Assim, não é nenhum exagero afirmar que o envolvimento dos colaboradores é fundamental para favorecer mudanças no mercado, na sociedade e no planeta. Afinal, o que é feito em microescala tem impactos grandiosos! A mensagem, por fim, é bem clara: a sustentabilidade industrial é cada vez mais importante e desempenha um papel fundamental no mundo que está sendo construído. Pense a respeito e transforme a realidade! EQUIPE TRM Fonte: Faciles
As habilidades necessárias para indústria do futuro

Quais são as principais habilidades necessárias para a indústria do futuro? Afinal, o que a indústria do futuro espera de seus colaboradores? Essa é uma pergunta que deveria ser feita por todo profissional que almeja uma boa colocação no mercado de trabalho. Mas você já parou para pensar sobre o assunto? A tecnologia vem transformando a indústria e, como era de se esperar, a seleção de talentos também é afetada. A indústria 4.0 quer muito mais de seus colaboradores e está disposta a pagar bem por eles. Indústria do futuro: do que ela é feita? Não há como falar em indústria do futuro sem citar a tecnologia. De fato, ela é o grande destaque e está presente em todos os setores e processos. A transformação digital chegou para inovar e quebrar paradigmas no cotidiano da manufatura. Big Data, Inteligência Artificial, Internet das Coisas, análise de dados: tudo isso faz parte da nova realidade do setor — e deve ser entendido por quem atua nele. Esses conceitos já nem podem ser considerados do futuro, mas certamente estarão muito mais desenvolvidos e enraizados na indústria daqui a alguns anos. Ou seja, a principal característica dessa nova fase é o uso cada vez mais forte de recursos tecnológicos. Mas isso não é tudo! Há outros pontos que também integram esse conceito: Preocupação com produtividade; Responsabilidade social; Sustentabilidade; Automação; Integração de processos. Quais são as habilidades necessárias para atuar na indústria do futuro? Estamos na 4ª revolução industrial e ela transformou muito mais do que a indústria. O mercado de trabalho também foi alterado! Da mesma forma que as revoluções industriais anteriores, a indústria do futuro mudou as habilidades e a experiência exigidas dos profissionais. Aliás, saiba que alguns postos de trabalho vão desaparecer, outros vão crescer e novos surgirão. A questão é: quais as habilidades necessárias para atuar nessa nova indústria? Conheça e comece a se adaptar! Olhar técnico O profissional da indústria do futuro precisa ter um olhar técnico. Ou seja, precisa ir além do óbvio e encontrar soluções inovadoras para antigos problemas, com uma visão sistêmica dos processos, entendendo seus reflexos. Para conseguir isso, é fundamental investir em qualificação e buscar uma formação multidisciplinar — conhecimentos sobre engenharia elétrica, mecânica e de automação são bem-vindos. Flexibilidade Com a maior adoção da manutenção preditiva — que é programada, mas não evita imprevistos —, há um aumento da necessidade de reparos e manutenções que fogem da rotina da indústria. É esse cenário que exigirá flexibilidade dos profissionais, que precisam estar disponíveis e preparados para situações inusitadas, além de ser eficientes em multitarefas. Vale lembrar que é possível perceber a criação de novas funções para cargos já existentes. Essa tendência ajuda a desenvolver novas habilidades e, com o apoio da tecnologia, reformular o papel de cada um dentro da indústria. Comunicação A comunicação é uma das habilidades humanas mais primitivas e nunca deixará de ser uma demanda do mercado de trabalho. No entanto, na indústria do futuro, ela exige elementos ainda mais específicos. Em resumo, há uma grande busca por pessoas com habilidades para ouvir e interagir de forma colaborativa. Afinal, a integração de processos (e de equipes) é um dos elementos dessa nova fase da manufatura. Tomada de decisão Tomar decisões é preciso, mas isso nem sempre é fácil, não é mesmo? Acontece que, na indústria do futuro, isso é imprescindível e faz parte das aptidões exigidas dos colaboradores. Em outras palavras, espera-se que os bons profissionais consigam liderar e tomar decisões conscientes e bem fundamentas. Eles precisam avaliar o cenário, escolher a melhor solução e se responsabilizar pelos resultados. Alfabetização de dados Se você está atento aos movimentos da indústria da 4.0, já deve ter percebido que os dados têm um valor inestimável para as empresas. Aliás, muitos afirmam que eles são o ativo mais importante de um negócio — o verdadeiro combustível da manufatura. Com tantos dados valiosos à disposição, ninguém quer ficar para trás. É preciso contar com funcionários que saibam como usar e extrair todo o potencial desse combustível. Somente assim será possível crescer e se destacar no mercado. Inteligência emocional Você sabe o que é inteligência emocional? É a capacidade que alguém tem de controlar suas emoções em situações estressantes. Logo, não há dúvida de que é uma habilidade importante para a indústria do futuro. Na prática, uma pessoa emocionalmente inteligente consegue identificar e controlar seus impulsos, relaciona-se bem com os colegas e não se desespera quando algo sai do controle. Isso tudo é fundamental em uma rotina repleta de altos e baixos. Criatividade As máquinas e a automação jamais substituirão a criatividade humana. Por isso, essa é uma habilidade tão valorizada dentro da indústria. Como o setor precisa ser inovador e encontrar soluções para os problemas do consumidor, as vagas de trabalho pedem essa habilidade. Afinal, a união da mente humana e de novos recursos tecnológicos é o segredo para o sucesso. Por que desenvolver essas habilidades? Ainda tem dúvidas sobre a necessidade de desenvolver essas habilidades? Então, você precisa saber que milhares de empregos serão gerados nos próximos anos, mas eles só serão preenchidos por quem estiver pronto para eles. Segundo o Mapa do Trabalho Industrial 2017-2020, do Senai, mais de 13 milhões de empregos serão gerados para profissionais com formação técnica aplicada à indústria. Portanto, aqueles que se qualificarem e tiverem as habilidades exigidas pela Indústria 4.0 contarão com um diferencial competitivo no mercado de trabalho. Lembrando que a indústria absorverá essa mão de obra qualificada porque é disso que ela precisa. Isso porque, quem reúne as habilidades mencionadas, tem mais capacidade de desenvolver um bom trabalho e de superar os desafios da rotina da manufatura. Você já começou a se adaptar para a indústria do futuro? A decisão de se preparar e investir em desenvolvimento profissional é o primeiro passo para uma carreira de sucesso. Afinal, como ficou demonstrado, o mercado de trabalho está de portas abertas para quem está atento às suas demandas. Portanto, não perca mais tempo! EQUIPE TRM
5G e o impacto na indústria

5G e o impacto na indústria O 5G (a internet móvel de quinta geração) chega ao mercado prometendo uma verdadeira revolução tecnológica mundial. Inclusive, aplicações que não são possíveis com o uso do 4G e que vão muito além da velocidade. Serão impactados com o 5G diferentes setores, como: Indústria; Automobilismo (carros autônomos); Medicina. Essa tecnologia já é utilizada em cidades da China, Coreia do Sul, Reino Unido e Estados Unidos. Em 2020, será a vez do Canadá, Noruega, Alemanha, Suíça, Japão e Austrália. No Brasil, a Anatel prevê que o leilão que definirá a distribuição de frequência aconteça no primeiro trimestre do mesmo ano. Quando um novo recurso tecnológico surge, muitos são os questionamentos. Especialmente no que diz respeito à relação humana e a robótica. Afinal de contas, dessa forma, a robótica industrial será ainda mais usada? Servirá para trabalhar em conjunto com pessoas? Antes de falarmos como será o impacto do 5G na indústria, continue lendo este artigo para conhecer como essa tecnologia irá funcionar! Afinal, o que é o 5G? O 5G é um novo padrão de transmissão de dados. Proporciona maiores velocidades, cobertura e recursos em relação ao 4G – tecnologia atualmente presente no Brasil. A promessa dessa tecnologia é conectar tudo, em qualquer lugar e o tempo todo. E oferecer um enorme potencial para a digitalização da economia, particularmente para a indústria. Estima-se que o 5G oferecerá uma velocidade de 10 a 20 vezes maior que o 4G. Na prática, um arquivo de 1GB poderia ser baixado em menos de 10 segundos. Porém, não se trata apenas de uma evolução de velocidade, como ocorreu na última transição para o 4G. A migração para o 5G representa uma mudança de paradigma das comunicações, que possibilita a criação de novos produtos, serviços e modelos de negócio. O que muda com o 5G? O 5G é muito mais eficiente em lidar de maneira simultânea com milhares de dispositivos. Desde celulares a sensores de equipamentos, câmeras de vídeo e iluminação urbana inteligente. Sua redução no atraso da circulação de informações expande as aplicações que usam big data, Inteligência Artificial (IA), realidade aumentada e infraestrutura urbana inteligente. Possibilita, por exemplo, a popularização dos serviços de telepresença (que permitem videoconferência com quem está longe) em tempo real. A tecnologia proporciona maior segurança, capacidade de tráfego, estabilidade e alta velocidade, características que o 3G e o 4G não foram capazes de oferecer. E uma das grandes vantagens é a redução da latência. 5G na indústria: menos latência nos processos Latência é o tempo de resposta de um aparelho (delay), medido entre o momento em que ele recebe um sinal até a execução da ordem recebida. Quanto menor a latência, mais rápida será a reação de um aparelho acionado à distância. No caso do 4G, esse delay é de 10 milissegundos; o 5G irá reduzir esse tempo a um milissegundo. Para entender como isso funcionaria na prática, podemos utilizar o exemplo dos testes realizados em carros autônomos. Nas redes 4G, a latência era tão alta que um veículo que estivesse a 100 km/h andaria cerca 1,4 metro até parar efetivamente ao detectar um obstáculo e enviar um comando de freio. No 5G, o automóvel se mexe apenas 2,8 cm após o comando (distância comparada ao de um sistema de freios ABS). Na indústria, um dos impactos será nos processos que utilizam Internet das Coisas (IoT), que serão muito mais velozes. 5G na indústria e a Internet das Coisas A utilização do 5G na indústria poderá acelerar inovações, principalmente no que se refere à Internet das Coisas (IoT). Com a popularização da nova tecnologia, qualquer objeto será capaz de se comunicar, o que levará a indústria a uma nova era. As fábricas poderão expandir o uso de robôs e realidade virtual, enquanto os escritórios terão mais funções automatizadas por inteligência artificial. Em abril deste ano, a empresa chinesa Huawei lançou um módulo 5G para carros autônomos, que precisarão de conexão móvel de alta velocidade para se orientar. Já a Ford anunciou o lançamento do C-V2X, um sistema baseado na tecnologia 5G para a comunicação carro/carro e carro/nuvem, que estará presente em todos os automóveis lançados nos Estados Unidos até 2022. Conectados e capazes de conversarem entre si, esses carros podem, em tempo real, tomar decisões sem depender de sensores e tecnologias caras, o que deve acelerar a viabilização desses modelos. Assim como acontecerá com a robótica industrial, que vai funcionar de forma mais automatizada. 5G na indústria vai aumentar o uso de robótica? As empresas são as grandes beneficiadas com o 5G. A tecnologia foi pensada para o mercado corporativo, pois entrega níveis de segurança, velocidade e estabilidade diferenciados. O resultado disso é a aceleração da transformação digital dos negócios, incluindo o impulsionamento da robótica colaborativa industrial. A robótica colaborativa é uma importante vantagem competitiva para a empresa, pois oferece facilidade na programação, não requer programadores experientes e pode ser realizada diretamente pelos operadores, no chão de fábrica. Por isso, a chegada da tecnologia 5G deve impulsionar ainda mais a utilização de cobots (robôs colaborativos) em empresas de todos os portes. Em termos de produtividade, agrega flexibilidade e eficiência. Robótica colaborativa com o 5G na indústria Um processo de automação eficiente e com alta competitividade é uma das principais razões para uma empresa investir em cobots, tanto pelo incremento produtivo quanto pela garantia de segurança e cumprimento de normas técnicas. Com longa e bem sucedida experiência em automação industrial, a Fersiltec está presente no mercado brasileiro de robótica industrial com o Aubo i5 e o Aubo i10, robôs que combinam as principais tecnologias esperadas em um braço robótico colaborativo. Ou seja, um robô industrial que trabalha em conjunto com pessoas na linha de produção. Entre suas características, destaca-se o aumento da segurança dos colaboradores, liberando-os de trabalhos repetitivos, em ambientes sujos ou perigosos. EQUIPE TRM Fonte: Fersiltec
